09
JUN
Quem garante que o governo paulista vai ceder aos apelos de clubes e Federação?

Li matéria do portal Carlos Batista que o Guarani já aplica testes do coronavírus em seus atletas.

Pelo visto o departamento de futebol do clube aposta que não haverá demora para volta dos jogadores às atividades.

Sei não. O governador paulista João Dória é imprevisível. No mapa da flexibilização para retomada da economia, consta prática esportiva na rabeira para as liberações.

Aí, agentes sanitários confundem alhos com bugalhos. O cenário ali descrito refere-se a eventos esportivos, e destaca aglomeração, subentendendo-se realizações de jogos com público.

Ora, reivindicação dos clubes do Paulistão e Federação Paulista de Futebol é sobre volta dos atletas aos treinos, coisa completamente diferente.

Parafraseando o ex-centroavante Dadá Maravilha: uma coisa é uma coisa; outra coisa é outra coisa.

Logo, alguém precisa desenhar pros homens lá, pois a turma da bola implora para que tenham leitura correta da modalidade.

SEGUNDA-FEIRA

E se o governador mantiver intransigência em relação ao apelo da Federação, para que a volta se dê na próxima segunda-feira?

Quem garante que o atleta bugrino que acusou negativo hoje não esteja infectado dentro de uma semana ou dez dias.

Embora eu seja leigo na área de saúde, o prudente seria o Guarani esperar sinal verde pra seguir em frente.

E como explicar que 16 atletas do Vasco estavam contaminados pela covid-19?

Felizmente 14 já estão recuperados. Aonde a boleirada se aglomerou para um transmitir aos outros o maldito vírus?

Tomara que não tenha sido em churrasco de confraternização, nem tenha havido desobediência do decreto do prefeito do Rio de Janeiro, Marcelo Crivella, pra que ficassem em casa.

  • HSG
    10/06/2020 22:15

    Na interpretação de texto é preciso saber colocar a situação dos advérbios. De " modo " acho que ficam um pouco a desejar. Más o de "tempo" , tenho certeza que são experts... afinal né... kkkkkkkk

07
JUN
Se a bola está murcha, as coisas fervem por aí

Mês passado marcou o sexto ano da morte do dirigente Eduardo Farah. Em Cadê Você, registro do histórico dele enquanto dirigente bugrino; em Memórias do Futebol trajetória na Federação Paulista de Futebol.

Sabe aquele pano molhado que você torce até que escoam as últimas gotas? É mais ou menos o que tenho feito para manter ativa coluna opinativa essencialmente sobre futebol.

Assuntos de relevância de outros segmentos estão aí e merecem reflexão.

Assassinato de um segurança negro por um policial branco nos Estados Unidos sacudiu o mundo.

São dias & dias de manifestações contra o racismo, que ganham cada vez mais proporções.

Se tudo fosse pacífico, ótimo!

Problema é que vândalos se infiltram nos movimentos, depredam patrimônio privado, e até uma estátua de bronze foi danificada e jogada em rio de Londres (ING).

POLÍTICA

No Brasil, lideranças de movimentos negros que organizam manifestações contra o racismo de repente se juntam a partidários de posições contra o presidente Bolsonaro, de forma que se extraia dali movimento unificado, numa só aglomeração, quando na prática os objetivos traçados são distintos.

Usurpado ao longo da história, é inconcebível o negro aceitar essa manipulação, até porque no conjunto de afrodescendentes, no espectro político, pessoas se alinham da direita à esquerda, passando pelo centro.

Aí, aquela oportunista e carimbada emissora de TV ajuda a embolar ainda mais o meio de campo, por motivos óbvios.

Resta saber se o negro terá percepção da manobra que pretendem usá-lo mais uma vez.

MÁSCARAS

Vão demorar algumas décadas para que o brasileiro tenha a racionalidade do oriental, principalmente de Japão e Coreia do Sul, todos cônscios de obrigações e responsabilidade.

Com obrigatoriedade do uso de máscaras entre paulistas, para suposta proteção de pessoas, rebeldes de plantão estão aí para ignorá-las.

Em corredores de mercado é praxe desobediência de uso adequado de máscaras. Flagra-se até mulher idosa - portanto no grupo de risco - com a sua ajeitada na garganta.

Moça de vinte e poucos anos ignora comunicado na portaria de padaria para obrigatoriedade do uso de máscara. Pior é que segue acompanhada de filha assintomática que corre de lá pra cá, esbarrando nas pessoas.

Quando advertida por colocar vida alheia em risco pelo coronavírus, a bocuda ainda retruca: “incomodados que fiquem em casa”.

ABRAÇO APERTADO

Faltava, no domingo, a imagem das imagens de contrassenso.

Defronte uma farmácia, mulher que aparenta 30 anos de idade desce rapidamente de carro e corre em direção de um casal idoso, naturalmente amigo.

Todos de máscaras, mas ela deu abraços apertados em ambos, seguidos de beijos, desconsiderando que naquela altura a sua máscara estava ali de enfeite.

  • TIO LEI
    10/06/2020 19:26

    Está explicado ... se não interpreta nem o que escreve, vai interpretar o que lê? KKKKKKKKKKKKKKK

  • TIO LEI p/ João da Teixeira
    10/06/2020 19:25

    Grande João da Teixeira. sem reprimendas ou espaços para réplica, a analogia sobre a "Supernova". Meus parabéns. Mas tem uma coisa, o carinha em questão pouco está "se lixando" para o timeco que "ele diz torcer". O que ele quer mesmo é continuar "se aparecendo" ... Holofote nele KKKK

  • João da Teixeira
    10/06/2020 19:23

    Gente, a estátua do escravocrata estava em Bristol, uma cidade próspera e litorânea, cortada pelo Rio Avon, onde jogaram a estátua do comerciante Edward Colston, que fez grandes benemerencias a Bristol, às custas do tráfico de escravos. Pessoal querem que estátuas de pessoas ligadas a fatos negativos sejam levadas à museus, contando sua história e o por que foram retiradas de preços e vias públicas.

  • Paulo Sergio p/ TIO LEI e João da Teixeira
    10/06/2020 19:23

    Um cara desse temos simplesmente que ignorar, lembram de Mané-fala-ó? kkkkk igualzinho!! um tremendo NÉSCIO, agora já tem até um terceiro nome, pode?? kkkkk

  • João da Teixeira
    08/06/2020 23:48

    "Bugrinos não deveriam ter compactuado com tudo ..., no assunto da pauta Eduardo Farah saiu compactado, pelo corretor... no assunto ..."esquecerão que houve escravos, pois jogaram a estátua no rio". Como dizem, "um povo sem história, não tem memória". Como é que jogam a história no rio? Provavelmente no lindo Tâmisa e agora despoluição. Faz décadas que ouço o governo do Estado dizer que irão fazer o mesmo com o rio Tietê, vcs acreditam? Não tinha sido muito claro...

  • HSG
    08/06/2020 23:47

    Ao "tio" acho que faltou interpretar corretamente o texto , qdo eu disse : " Dirigir a palavra "...kkkk aposto que escreveu até tremendo de nervoso kkkk. Sobre o JT , que deveria ser JAsneiras... é mais do mesmo... blá, blá blá... escreve tanto, JT 1, 2 ,3 logo logo chegará a 120....kkkkkk. HSG

  • TIO LEI p/ Paulo Sergio I
    08/06/2020 19:13

    Êh aí parceiro, tudo bem? KKKKKKK ...Não falei que o cara quer holofotes? Ao menos desta vez "ele" merece uma resposta, e me desculpe, parceiro, se darei esta resposta através de meu contato contigo. 1º) - Ele disse não haver a mim dirigido sua palavra, mas como se trata de um analfabeto funcional, "ele" não percebeu que fui eu quem não lhe endereçou a palavra, pois eu falava exclusivamente com você ... 2º) - Tenho que concordar quando "ele" diz que:

  • TIO LEI p/ Paulo Sergio ii
    08/06/2020 19:11

    ..."Quem brilha É ou tem estrela" realmente não temos aquela estrela, mas o BRILHO DE NOSSA MACACA, um brilho natural e NÃO NEGOCIÁVEL, tem ofuscado não só a visão mas a mente falida daquela turminha dos 3%, trocando em miúdos não temos estrela, nossa Macaca por si só É ESTRELA, então que coloquem óculos escuros e procurem se adaptar à realidade. Valeu meu amigo P.Sergio. Receba um abraço e que Deus o abençoe.

  • Paulo Sergio
    08/06/2020 19:07

    Engraçado, né, de Março pra cá só morre gente de corona??? Estão colocando tudo na conta do vírus enquanto estão morrendo milhares por dengue por exemplo! tudo política para prejudicar Bolsonaro, vi matéria em que várias cidades estão com os hospitais de campanha vazios, alguém ganha com isso,ou não?

  • João da Teixeira
    08/06/2020 19:06

    Ari, muito bem colocado nossos problemas atuais e principalmente sociais. Vamos por etapa, o caso do preconceito contra negros e seus protestos estão muito certos, mas associados à vândalos acabam invertendo o apoio aos protestos. A estátua de um comerciante inglês escravagista, que foi jogada no rio, estava lá, não para homenagear um escravagista, mas para lembrar que empresário de escravos, nunca mais. Com o tempo, não se lembrarão mais que houve escravos, jogaram no rio.

  • João da Teixeira 2
    08/06/2020 19:03

    Ainda sobre a pauta, Farah foi aquele dirigente bugrino, que a qualquer custo tentou manter o brilho daquele estrela e que hoje virou o "buraco negro". A qualquer custo, usando influência, os "tapetes", enfim, formas não muito ortodoxas e isso acabou desencadeando fatores que levaram os bugrinos a essa situação. Não deveriam ter compactado com isso, veja o que virou isso.

  • Carlos Agostinis
    08/06/2020 18:59

    Em lugar nenhum o povo respeita regras, aqui no Paraná é do mesmo jeito, por ene motivos as pessoas querem sair, seja para trabalhar oi agora como eu procurar emprego. Os bares foram abertos, todos lotados, nada de distância regulamentar. Então como vai controlar uma doença se o próprio povo não ajuda. E por hora, só o futebol não tem data pra voltar.

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Jornalista esportivo há 40 anos. Trabalhou, como jornalista, nas emissoras de Rádio Brasil, Educadora, Central, Jequitibá e Capital (São Paulo). Nos jornais: Diário do Povo e Jornal de Domingo, ambos de Campinas, e editor de Economia e Opinião do Jornal Todo Dia, de Americana.

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