14
JUN
Volta dos paulistas se transforma em jogo de empurra

Atualizadas três colunas agregadas ao blog. Personagem Dadá Maravilha é citado pela trajetória nacional no áudio Memórias do Futebol. Em Cadê Você, você recorda a passagem dele pela Ponte Preta em 1978. No Informacão - acessado no link Anda Campinas - holandeses mostram como se zera a história de cães abandonados nas ruas.

Enquanto há clamor popular para que clubes paulistas voltem aos treinamentos presenciais, visando sequência do Campeonato Paulista, há homens que militam em veículos de comunicação que atribuem irresponsabilidade a retomada das atividades, com justificativa de que sequer foi atingido o pico de contágio do coronavírus.

Dos 20 clubes que integram a Série A do Campeonato Brasileiro, apenas Corinthians, Santos, São Paulo, Palmeiras, Botafogo e Fluminense ainda não definiram pelo retorno.

Bragantino, que havia retornado aos treinamentos no último dia 2, decidiu paralisá-los novamente, para voltar juntamente com os demais paulistas.

Clubes paulistas enfrentam jogo de empurra dos políticos, sem que alguém assuma a responsabilidade pela liberação.

Nesta segunda-feira, Bahia, Sport e Vasco podem retomar às atividades.

Já que os demais do Brasileirão estão treinando, e não se tem registro de anormalidade, mãos às obras, gente.

Estão esperando o quê?

PAÚRA?

Pra quem mantém aquela incrível paúra sobre risco de volta de atletas aos treinos, que tal avaliar conceito do preparador físico e fisiologista Alexandre Souza, do Brasil de Pelotas (RS).

“Uma pessoa com o peso ideal e fisicamente ativa é menos suscetível a problemas, tem imunidade muito maior”, afirma.

O médico Luís Fernando Funchal, do Avaí, acrescenta que uma pessoa atlética, que pratica esportes regularmente e tem bom condicionamento físico, a tendência é de ter maior reserva biológica. Contudo ele ressalta a necessidade de se avaliar o histórico e as características de cada indivíduo.

DIEGO SOUZA

Salvo engano, dos atletas vinculados a clubes brasileiros, o atacante Diego Souza, do Grêmio, foi um dos raros - senão o único - contagiado com o coronavírus quando do recesso do futebol, em passagem pelo Rio de Janeiro. Todavia já está curado.

Há exemplos de atletas brasileiros no exterior que contraíram o corona, como Renan Lordi, Jonathan Jesus, Dorivelton Gomes e Vânder Capixaba, mas todos recuperados, o que comprova afirmação de especialistas.

Foi citado aqui trocentas vezes que o cronograma de flexibilização para volta aos treinos, elaborado pela Federação Paulista de Futebol, é gradual. Nele está previsto que a primeira etapa será de exercícios físicos em pequenos grupos, e observando-se distanciamento regrado entre atletas.

Logo, estão esperando o quê?

  • LÉO - PR
    16/06/2020 22:15

    o diabo da o prato mais não obriga ninguém a comer os fraco ele abraça.

  • João da Teixeira
    15/06/2020 19:25

    Os braçais poderiam ter mudado de vida. Qto aos jogadores a níveis de baixo conhecimento e que deram certo, são aquelas coisas que a própria razão desconhece. Aí o mundo que vejo injusto vai embora desfeito em vento...

  • João da Teixeira
    15/06/2020 19:25

    É nós, pobres mortais, não sabendo como vai ser o dia de amanhã. Pelo jeito vamos continuar dormindo com um barulhão desses. Tem hora que penso que o mundo é muito injusto, qdo comparo um jogador de 1° a 5° grandezas a um braçal, já que no Brasil estão bem próximos em termos de educação na grande maioria. Tanto que tem gente que fala de certos jogadores, que se não desse certo como atleta, seria bandido. Aí, penso no livre arbítrio, pois poderiam ter estudado e mudar de vida.

  • João da Teixeira
    15/06/2020 19:24

    Nesse cenário de incertezas, tem jogador que já está devendo até as calças na venda da esquina, ou vcs acham que todos estão de bem com a vida. Falo de jogadores a níveis de Ponte, Gfc é até os em início de carreira em times grandes. Sem contar que os jogadores milionários, tem despesas milionárias, portanto alguns milionários gastões e de "cabeça duras" preocupados também. Me enviaram um vídeo onde há competição entre jogadores de 1°grandeza, de quem tem o melhor "jatinho".

  • João da Teixeira
    15/06/2020 19:23

    Com a OMS pisando na bola, não sabendo orientar exatamente como se deve proceder com a pandemia em seus diversas etapas e o Brasil, como não é novidade, com a saúde e o atendimento emergencial em frangalhos, deixando todos assustados, não é de se admirar que ninguém queira assumir o retorno e ficam nesse jogo de empurra-empurra. Deu para sentir que na OMS e na ONU em geral é uma instituição falida, um cabide de empregos, igual aos sindicatos de maneira geral. Pronto, falei!

  • João da Teixeira 2
    15/06/2020 19:22

    Além da ONU mostrar que não tem gente competente na direção, tanto que os países desenvolvidos estão até parando de ajudar, além de não acatar suas decisões de maneira geral. Em termos de Brasil, continuamos na mesma, usando a pandemia para fazer política suja, superfaturar obras e equipamentos dos hospitais de campanha. É notório que há vários esqueletos de hospitais de campanha, jogados por aí, a mídia dizendo que falta leitos, respiradores, médicos, uma zona. Dá medo mesmo

  • João da Teixeira 3
    15/06/2020 19:21

    Ari, com alguns políticos, principalmente na Itália, sendo investigados e processados pelas mortes por corona em algumas cidades, tem gente aqui no Brasil com a "pulga atrás da orelha" em termos de decidir por algo. Além do que, a "queda de braço" entre o governo federal e os governos e algumas mídias de esquerda, para saber quem está certo, ninguém quer pagar para ver. O norte que a OMS deveria dar, mostra que eles devem ter um sextante e não uma bússola de última geração.

10
JUN
Que prefeito terá coragem de tomar decisão impopular sobre futebol?

Pô, caro leitor João da Teixeira: até tu ficaste fora da discussão sobre como seria encaminhada a volta do futebol no Estado de São Paulo!

Até tu, fiel participante na seção de comentários!

Claro que o governador de São Paulo, João Dória, não daria o braço a torcer, após ter sido 'mandão' o tempo todo, nesta pandemia do coronavírus.

Agora que a batata começa a esquentar, que cobranças para a volta do futebol foram intensificadas, e explicarem nos mínimos detalhes que treino é treino e jogo é jogo, ele deixou de lado aquela postura inflexível.

Mas não deu a mão à palmatória. Transferiu a responsabilidade de reabertura aos prefeitos de cidade em que haja clube integrante do Paulistão.

Agora, os 'alcaides' representam o fiel da balança para definição sobre a palavra da moda chamada flexibilização.

Bom, já que a bola está com vossas excelências, presume-se que ninguém deva tomar decisão impopular de negar a volta do clube de sua cidade aos treinamentos. Ou vai aparecer alguém diferente?

GUARANI SABIA

Parece que o Guarani já sabia que iriam dar uma amolecida para que a boleirada possa retornar às atividades já na segunda-feira.

Se não sabia deve contar em sua coletividade com algum vidente de bons prognósticos, tanto que já na terça-feira foram iniciados os testes sobre o coronavírus nos jogadores, antecipando-se aos demais.

  • João da Teixeira
    11/06/2020 18:10

    Ari, não tenho "bola de cristal", como comentar algo que hoje não pode e amanhã poderá? Estava vendo que a tendência era contrariar Bolsonaro, mas como a "batata assou", quem não dá o braço a torcer "passou a bola" para quem, se não der, terá o braço quebrado pelos empresários. Gosado é que o Dória tinha construído uma espécie de confederação empresarial que premiava os melhores do ano. Conseguiu por na estaca zero, em troca da política nojenta e corrupta. Tô aqui na espera.

  • João da Teixeira
    11/06/2020 18:10

    É olha, não fique tão otimista e esperançoso, do jeito que as coisas andam pode ocorrer revira volta de novo. É só o povo começar a achar que o Bolsonaro estava certo desde o começo, com relação à quarentena vertical a partir do 60 anos, que a mídia cai de pau e começa tudo de novo... aguardemos. Mas já ouvi dizer que Paulistão vai até o fim, custe o que custar. Então não sobrará pedra sobre pedra pelos lados do Majestoso, com certeza...

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Jornalista esportivo há 40 anos. Trabalhou, como jornalista, nas emissoras de Rádio Brasil, Educadora, Central, Jequitibá e Capital (São Paulo). Nos jornais: Diário do Povo e Jornal de Domingo, ambos de Campinas, e editor de Economia e Opinião do Jornal Todo Dia, de Americana.

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