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MAI
Marquinho Chedid mostra a chave do sucesso com apenas R$ 120 mil mensais

O boa noite desta quarta-feira vai para o presidente do Bragantino, Marco Antonio Abi Chedid, que com orçamento de R$ 120 mil mensais - inclusa comissão técnica - conquistou acesso à divisão principal do futebol paulista.

Alô Guarani: R$ 120 mil mensais, viu? Convém repetir: R$ 120 mil mensais, inclusa comissão técnica.

É preciso ser repetido para mostrar que pra fazer futebol é preciso criatividade, ter gente do ramo.

Oxalá com Oswaldo Alvarez, o Vadão, como treinador, e Nei Pandolfo como gerente de futebol as coisas andem no Guarani.

Marquinho entre Paulinho e Romarinho
Marquinho entre Paulinho e Romarinho
Nei foi um zagueiro grosso nos tempos de Comercial, e ao chegar ao Guarani teve que ser adaptado como volante, posição em que deu pro gasto.

Como sempre foi bem articulado, raciocínio rápido, acabou bem-sucedido quando migrou para outras funções no futebol.

O assunto, todavia, é esse presidente do Braga, conhecido popularmente como Marquinho, ou Turquinho para os mais chegados.

No embate direto como ele, saiba que se você empatar já estará fazendo grande coisa.

Marquinho deu drible até no calejado ex-presidente bugrinos Beto Zini, quando trocou gato por lebre.

Para liberar o questionável zagueiro Vitor Hugo ao Guarani, exigiu receber sete jogadores, entre eles o lateral-direito Gil Baiano, que foi muito bem em Bragança Paulista.

De fato Marquinho dá nó em fundo de piscina e provavelmente com luva de boxe.

Faz lá as suas trapalhadas, pisa em cima de quem julga conveniente pisar para atingir os objetivos, mas sabiamente sabe atingi-los.

PRESIDÊNCIA DA LCF

Lembro-me do Marquinho aprendiz em gestão privada na diretoria da empresa de ônibus Ensatur, em Campinas.

Seu pai, o saudoso Nabi Chedid - em companhia de pessoas influentes no desporto de Campinas - contribuiu para que começasse trajetória no futebol através da presidência da LCF (Liga Campineira de Campinas).

Com gestão empreendedora, Marquinho revolucionou o amadorismo. Oxigenou o viciado Departamento de Árbitros, e restaurou a credibilidade da entidade.

Mais que isso: articulou com interessantes patrocinadores, e fez futebol gratuito em Campinas.

Habilmente mexeu com a cidade de Campinas, e sua capacidade empreendedora deu-lhe visibilidade e uma cadeira na Câmara Municipal de Campinas.

JOGO POLÍTICO

Aí aprendeu cedo demais o jogo político, e passou a aplicá-lo conforme as conveniências.

O falecido José Roberto Barros, o King, segundo homem na hieraquia da LCF, mostrou-me ficha irregular de um jogador do clube de veteranos da Vila 31 de Março, tinha-se como certa que a agremiação seria punida pela irregularidade, até que um vereador do pelotão de Marquinho, que tinha curral eleitoral naquele bairro, garantiu àquela comunidade que não haveria punição.

“O Marquinho vai segurar às pontas. Cobrem de mim depois”, garantiu o vereador, cujo nome prefiro mantê-lo em sigilo.

Conluio. O denunciante Cecojam (Centro Comunitário Jardim Amazonas), com provas irrefutáveis, apenas constatou que nem tudo havia mudado no futebol amador de Campinas. Que dois mais dois, naquela aritmética, não eram quatro.

Assim, com privilégio ao infrator, o Cecojam, em repúdio, decidiu desligar-se da competição.

PONTE PRETA

Marquinho continuou dando nó com luva de boxe em fundo de piscina quando, do nada, por absoluta falta de liderança no seio pontepretano, assumiu a presidência do clube em meados da década de 90.

Até então o Bragantino era comandado alternadamente pelos irmãos Nabi e Jesus Chedid.

Como o primeiro morreu e o segundo preferiu se desligar do futebol, coube a Marquinho manter a dinastia da família Chedid na agremiação.

E, aos trancos e barranco, sem participação efetiva da cidade de Bragança Paulista, Marquinho vai tocando o barco, ora com tropeços, ora com agilidade para dar a volta por cima.

E cada volta por cima!

Que diga o Corinthians, que ultimamente tem sido abastecido com jogadores que desabrocharam em Bragança Paulista.

Fazer futebol com dinheiro, é fácil. Difícil mesmo é Marquinho continuar dando nó em fundo de piscina, com luva de boxe, para não deixar o futebol de Bragança Paulista morrer.

  • marcelo
    05/05/2017 19:05

    tio lei...verdade, pergunte do marquinho en novohorizonte e majestoso. mas, na verdade, eu queria comentar fabio ferreira....todos caem de pau no fabio, e enaltece o bob....alias, fernando bobo, deu 2 gols na final....so toca de lado e passes curtos...e os nossos comentaristas endeuzam o cara. quem tinha que ter subido de cabeça com o jo, era o bob, nao o fabio e no segundo gol, ele correu o campo todo sem derrubar o rodriguinho. coitado desse fabio ferreira.

  • TIO LEI
    04/05/2017 22:24

    Marquinho Chedid? Perguntem dele em Novo Horizonte.

  • Joao AAPP
    04/05/2017 21:07

    Meu caro ARI, acho vc um cara fenomenal com seus comentários, mas acho que vc está totalmente iludido com esse sr. Chedid, acho esse cidadão muito pouco confiável e as métricas passadas por ele daquilo que ele controla, não são verdadeiras. Pode ter certeza que esses tal 120mil é só a parte declarada o resto que completa essa conta é muito dinheiro. Essa conversinha é para boi dormir e confundir os adversários.

  • Mar
    04/05/2017 19:12

    Nossa... os comentarios do Eduardo sao tao profundos... !!!

  • Paulo Sergio p/ Marcião
    04/05/2017 19:12

    Caro Marcião, sua preocupação também é minha e acredito que de muitos pontepretanos. Mesclar veteranos com jovens até vale, mas, a maioria tem que ser molecada, veja que a Ponte só nos últimos 2 anos já mandou 7 ou 8 jogadores da base para a seleção, será que nenhum tem condições de jogar no profissional? Ahhh se fosse Cilinho o técnico!!!

  • João da Teixeira
    04/05/2017 19:11

    Marcião, o time faz jus a alcunha da Ponte, a Veterana Campineira. Se somar a idade de todos os jogadores, vão quebrar os dígitos da calculadora. Será que o bugre libera o Fuma? Só para compor o elenco e não quebrar o peso da idade do time. Cara, os empresários de jogadores encostados, estão fazendo a festa. A conversa entre os jogadores idosos está mais ou menos assim. "Vai lá que estão aceitando acima de 40!!" Bom, espero não ficarmos na roça o ano que vem...

  • TIO LEI
    04/05/2017 19:10

    É MARCIÃO. Eu que sempre defendi a mescla de jogador "maduro e experiente"ao lado de jovens e promissores valores, começo a ficar preocupado. Daqui a pouco volta aos holofotes o nome de L. Fabiano e por aí vai. Mas o certo é que etão "se mexendo" e (novidade) ANTES do inicio do Brasileirão. Se irá dar certo, aí já são outros quinhentos. Neste caso, PONTO PARA A DIRETORIA.

  • João da Teixeira
    04/05/2017 15:39

    A fictícia lápide bugrina citada em tom hilário, "1978, o ano que nunca acabou para o bugre", é uma alusão ao livro "1968, o ano que não terminou", do escritor e jornalista Zuenir Ventura, publicado em 1989, livro que retrata, em estilo jornalístico, os fatos que marcaram o conturbado ano de 1968 no Brasil e no mundo. Trata-se de assuntos, acontecimentos, personagens, obras e músicas que fizeram parte desse período conturbado. Como fato histórico, recomendo a leitura.

  • MARCIAO
    04/05/2017 13:54

    Caramba !! a Ponte está montando um time de Seniors !!! Vejamos .. Aranha 37, Rodrigo 36, Xuxa 36, Cajá 33, Sheik 38, Wendell 35, Tomara que de certo !!!

  • DE ARI PARA EUGENIO
    04/05/2017 13:54

    Eugenio, o volante Mauro Silva não estava naquela leva dos sete. Foi contratado posteriormente, ocasião em que o Guarani recebeu cem mil cruzeiros, algo em torno de 500 mil reais nos dias de hoje

  • Eugenio
    04/05/2017 13:51

    Esqueceu do Mauro Silva, campeao mundial em 1994.

  • Marcelo
    04/05/2017 13:49

    Óbvio que não houve venda de título. Um time que não tem dinheiro vai comprar um título paulista, que já tem de monte? Vai comprar é jogador pro brasileirão... E outra, por quanto os jogadores da ponte seriam capazes de trocar para não ficar na história de um clube que não tem titulo?

  • Paulo Sergio /Ari
    04/05/2017 13:48

    Caro Ari, me desculpe descordar de você, seri impossível subir com uma folha de 120.000,00 fazendo uma conta muito boba digamos que entre elenco 28 jogadores mais mínimo 5 da comissão técnica seriam 33 e se dividir 120 mil por 33 daria uma média de 3.600,00 por cabeça. Se contar que só o técnico ganha na casa dos 40 mil ai piorou mais ainda. Me desculpe Ari, mas, 120 mil para um time de A2 é simplesmente impossível, nem Batatais tem uma folha dessa.

  • João da Teixeira 1
    04/05/2017 13:46

    Os Chedid's, além de dar nó dentro de piscina com luva de boxe, ainda acerta uma de esquerda na sua cara, aproveitando que está com a luva de boxe e vc. preocupado para que ele não se afogue. É bem por aí! Se subiu com um time de 120 mil reais, é porque o campeonato da A2 estava uma draga e deu muita sorte, porque pelos altos e baixo do Massa Bruta, não era para ele subir. Por aí vc. vê que o bugre perdeu uma oportunidade de ouro. Também devendo tudo, até as calças, cont.

  • João da Teixeira 2
    04/05/2017 13:46

    cont. ...devendo até as calças, até o "ouro da oportunidade" levaram para saldar as dívidas. Assim como fizeram com o Ouro do Brinco, só sobrou a Orelha agora. Não sei quais jogadores o bugre está contratando, mas se tem que dar graças a Deus que tem gente que ainda acredita que vai ver a cor do dinheiro, caso contrário, só iria sobrar o obituário e a lápide: "Aqui jaz o único campeão brasileiro do interior" ou uma mais ao gosto bugrino "1978, o ano que não acabou para o bugre"

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02
MAI
50 anos depois o Guarani tem um afro-descendente na presidência

A tão aguardada restruturação no elenco do Guarani acontece a todo vapor.

O que eu acho de quem chega? Não acho absolutamente nada. Lembro-me vagamente do goleiro Vagner jogando pelo Avaí, sem comprometimento.

Claro que chega para ocupar o lugar do instável Leandro Santos.

Traria o goleiro Célio, do Taubaté, que mostrou qualidade no Campeonato Paulista da Série A2.

Borges não! Alô treinador Oswaldo Alvares: Borges não.

Pronto. Discutam vocês sobre atletas contratados e outros sondados.

Meu tema é outro.

Cinquenta anos depois o Guarani volta a contar com um presidente afro-descendente.

Palmeron Mendes Filhos, sucessor de Horley Senna, tem a caneta nas mãos para tomar as principais decisões que viabilizem a retomada do clube no cenário nacional.

Caso Palmeron se inspire no saudoso Jaime Silva - cuja última passagem na presidência do Guarani ocorreu em 1967 - ficará marcado na história do clube.

Palmeron se rotula conciliador, e por isso conclama junção das alas do clube.

No futebol, delega pra quem é do ramo a coordenação, caso do ex-atleta Nei Pandolfo.

OUVIR DIZER

De certo Palmeron conhece a trajetória de Jaime Silva no Guarani por ouvir dizer.

Alguém deve ter-lhe contato que Silva, após ter sido presidente da Liga Campineira de Futebol em 1957, assumiu o cargo máximo no Guarani no ano seguinte, seguindo na função até 1962. Depois, ainda voltou à presidência em 1964 e 1967.

Foi o período em que Silva construiu a cabeira norte - do placar eletrônico - e colocou em prática o projeto do conjunto poliesportivo.

No futebol, Silva criou as categorias de base no Guarani.

E saber que durante certo período nos últimos 50 anos - pós Jaime Silva - há testemunho de racismo velado no quadro social do Guarani, com protelamento para admissão de negro interessado em compra de título patrimonial do clube.

Boa sorte Palmeron!

  • João da Teixeira
    06/05/2017 07:54

    Vc. não frequentaria por não torcer para a Ponte ou por outra coisa? Vc. frequentaria o São Paulo FC apesar de hipoteticamente não torcer para o time, se morasse na Capital? Digo isso porque talvez seu caso seja de hipocrisia, dependendo de sua resposta, Roberto.

  • Paulo Sergio p/ Tio Lei e Marcio
    04/05/2017 13:50

    Na verdade os times do interior deveriam se unir e parar o campeonato, pois os da capital não precisam dos do interior só para garimpar, precisam também para jogar, pois, sem os times do interior simplesmente não existe campeonato. É a tal história do elefante, "Não sabe a força que tem!" Unidos poderiam criar a liga do futebol interiorano e organizar até um campeonato próprio.

  • Roberto
    04/05/2017 13:48

    João, primeiramente , sou Bugrino e se a ponte fosse o ultimo lugar do mundo para conseguir um trabalho eu ficaria desempregado, quanto mais para frequentar um clube, de maneira nenhuma frequentaria o clube da aapp, nunca fui sócio do Guarani pois nunca tive $ p isso, mas conheci vários sócios e todos falavam de pontepretanos que frequentavam o Guarani por não se sentir bem no eulina por exemplo.

  • João da Teixeira
    04/05/2017 13:47

    Deus queira que eu esteja errado, mas esse tal de Emerson Sheik vai criar um covil dentro da Ponte, nos moldes da "Democracia Cúrinthiana", aquela coisa sem hierarquia, sem administração, "a Casa de Mãe Joana", expressão popular que significa "o lugar onde todos mandam", sem organização, onde cada um faz o que quer. Deus queira que o custo-benefício seja favorável, mas ele já provou que isso é quase impossível de acontecer. Na Ponte, dirigentes continuam querendo derrubar o andor

  • TIO LEI
    04/05/2017 08:03

    Então Marcio. Enquanto tivermos dirigentes bananas, que vão a sampa participar de "conselho arbitral" apenas para dizerem "presente" e dizer "amém" a tudo quanto é forma "milagrosa" na montagem dos campeonatos. Dirigentes do interior, que deveriam se unir e se impor, pois os times da capital, necessitam dos times do interior para garimparem atletas para seus elencos. Tambem quanto a distribuição de verbas da televisão, afinal a toda poderosa globo...

  • TIO LEI - CONT...
    04/05/2017 08:02

    cont...tem suas retransmissoras espalhadas pelo interior. Caberia às cidades onde tenham clubes disputando algum campeonato que se manisfestassem EM CONJUNTO. Agora, sem "bairrismo". A PONTE PRETA recebeu uma "certa melhora" de sua receita com a emissora e com a federação, hoje ela esta em um plano "intermediário", que ainda é muito pouco com relação aos times da capital. Sem essa união, sem essa conscientização e pela omissão de nossos dirigentes continuaremos reféns,

  • Marcio
    03/05/2017 23:14

    Tio Lei os times de de São Paulo fazem o que quiser com gente......Até quando ????

  • TIO LEI
    03/05/2017 22:06

    ????????...bebeu? ...

  • Marcio
    03/05/2017 22:06

    O Pottker tá certo dá nojo disso tudo. vontade de vomitar..

  • Eduardo para marcio
    03/05/2017 22:06

    Ta vendo do Márcio....Vc tá coberto de razão com relação a covardia da aapp....Depois querem discutir futebol..Kkkk.enfim.....Título que é bom....Nada....ahah outra coisa...No próximo post o Tito lei vai dizer que somos a mesma pessoa.. ....kkkkkkk

  • João da Teixeira
    03/05/2017 22:05

    Roberto, vc tem certeza que os pontepretanos que frequentavam o clube social bugrino, era por causa de racismo? Frequentavam porque a Ponte não tinha clube social e o Gfc tinha um belo clube, um belo parque aquático e também por ser bem frequentado. Não tem nada a ver com racismo. E tem uma coisa, só era sócio se fosse pontepretano branco, o clube tinha um toque de racismo. Exceção? Tinha, negros poderiam frequentar, mas tinha que ter dinheiro, muito dinheiro. Então, analisem...

  • Marcio
    03/05/2017 20:50

    Esse Sheik com aquele Mico no ombro e dando selinho em macho é a cara delas....

  • Luis p/ Pedro e Barba
    03/05/2017 20:49

    Bom texto Pedro, outros como o Barba ja haviam feito ressalva parecida.Para mim,que vivo longe do Brasil ha anos, o blog, alem de jogos na Globo Internacional e outros sites, me ajudam a manter pulso da Ponte.Me interessa ler comentarios de torcedores que estao em Campinas,perto do dia-a-dia,e sem o bias da imprensa.Nao acompanho outros clubes,so se jogarem com a Ponte.Entendo os bugrinos zombarem da derrota,faz parte, infelizmente eh de fato eh o que lhes sobrou. Nao concordo com a baixaria.

  • Marcio
    03/05/2017 20:48

    Tio Lei COVARDE É ESSA "INSTITUIÇÃO" CHAMADA associação a, p. p. que vendeu o título para permanecer na série A do campeonato brasileiro. entendeu ou quer que desenhe COVARDÃO COIOZÃO OTÁRIO ?

  • Roberto
    03/05/2017 18:08

    João da teixeira, na decada de 80 e 90, o Guarani chegou a ter 30.000 sócios , grande parte desses sócios eram torcedores de qual time ? Vamos ver se vc sabe e tem coragem de falar, tinham vários pontepretanos no quadro social do Guarani e sabe porque ? Porque nem eles suportavam ficar juntos a própria torcida, então isso quer dizer que os maiores racista eram os próprios pontepretanos ????

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Jornalista esportivo há 40 anos. Trabalhou, como jornalista, nas emissoras de Rádio Brasil, Educadora, Central, Jequitibá e Capital (São Paulo). Nos jornais: Diário do Povo e Jornal de Domingo, ambos de Campinas, e editor de Economia e Opinião do Jornal Todo Dia, de Americana.

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