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Alô pontepretanos e bugrinos: que tal responderem algumas questões?

Dos incontáveis provérbios populares, a gente escorrega sempre e não aprende naquele em que 'o peixe morre pela boca'.

Incontáveis vezes disse que abomino o pré-jogo pela imprevisibilidade, mas por teimosia prognostiquei que o Juventude pudesse sair de Ponta Grossa (PR), semana passada, com vitória sobre o apenas esforçado Operário, mas me enquadrei no pretério perfeito do verbo tropicar e assim tropiquei. Foi goleada do time da casa.

Por isso, agora que a Ponte Preta vai enfrentar esse instável Juventude, não me atrevo a palpitar, até porque sabe-se lá como vai se comportar o seu imprevisível sistema defensivo.

Então, deixemos a bola rolar entre esses postulantes ao acesso desta Série B do Campeonato Brasileiro, e quem se dispuser pode participar do questionário da retrospectiva do ano de Ponte Preta e Guarani de 2020.

Comecemos pela Ponte Preta:

1º) - Qual a melhor partida que ela disputou no ano? E a pior?

2º) - Você se lembra do gol mais bonito da Ponte no ano?

3º) - Dos jogadores que integram o elenco pontepretano, quem foi o melhor e qual seria aquele que você daria a nota mais baixa?

GUARANI

1º) - Qual a melhor partida que o Guarani disputou no ano? E a pior?

2º) - Você se lembra do gol mais bonito do Guarani no ano?

3º) - Dos jogadores que integram o elenco bugrino, quem foi o melhor e qual seria aquele que você daria a nota mais baixa?

  • Léo - Pr
    29/12/2020 23:35

    Ari a melhor partida do Guarani pra mim foi contra o Cruzeiro empate no Mineirão 3x3 jogou demais, pior tivemos muitas partidas ruim mais contra o confiança em Sergipe derrota 1x0 foi terrível, gol mais bonito Lucas Abreu contra CSA gol no finalzinho,melhor no momento Lucas Crispim,jogador mais fraco Rafael Pin falhou em todos jogos que participou.

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Carbone foi o sexto treinador com passagem pelo Guarani morto em 2020

Amigo Raul Celestino Soares Júnior, ex-presidente do Conselho Deliberativo do Guarani, me alerta que José Luiz Carbone foi o sexto treinador com passagem pelo clube morto neste temporada de 2020.

Oswaldo Alvares, o Vadão
Oswaldo Alvares, o Vadão

Tem razão. Muita gente se esqueceu que neste ano morreu Oswaldo Alvarez, o Vadão, um profissional marcante na história do Guarani, bem-sucedido em dérbis campineiros.

Como um fato sucede o outro, passou batido por muita gente que já não está entre nós Luiz Carlos Ferreira, o Ferreirão.

A rigor, a primeira vez que Ferreirão pisou no Éden Bar foi em 1980, a procura dos homens do futebol formadores de opinião no Largo do Rosário de Campinas.

Pois foi logo abrindo a porta do restaurante e gritou:

Quem é o pessoal do futebol aí? Qual a mesa?

Aquele postura desafiadora incomodou o saudoso jornalista Brasil de Oliveira, que bradou:

Rapaz, é aqui. Venha aqui e aprenda conosco. Quem é você? De onde vem e o que quer conosco? Sente aqui, pois vai estar conversando com uma patotinha da bola. Eu vivo futebol 24 horas por dia.

Após ter baixado a bola de Ferreirão, Brasil de Oliveira se transformou em seu amigo e conselheiro.

FLAMARION, ELI E VEIGA

Quem ainda se lembra que Flamarion, Eli Carlos e Marcelo Veiga também faleceram em 2020?

Flamarion foi um consagrado volante bugrino e em curto período se transformou em treinador do Guarani.

Eli Carlos fez história como ponta-de-lança do Guarani nos anos 70, saiu para atuar em Cruzeiro e Coritiba, voltando ao clube como auxiliar-técnico de Carbone, depois assumiu o comando da equipe e voltou em outra ocasião como coordenador técnico.

Por fim Marcelo Veiga, que por curto período passou pelo Estádio Brinco de Ouro, teve melhor performance na carreira de treinador no Bragantino.

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Jornalista esportivo há 40 anos. Trabalhou, como jornalista, nas emissoras de Rádio Brasil, Educadora, Central, Jequitibá e Capital (São Paulo). Nos jornais: Diário do Povo e Jornal de Domingo, ambos de Campinas, e editor de Economia e Opinião do Jornal Todo Dia, de Americana.

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