10
JUN
Voluntariedade e forte marcação são vitais na vitória do Guarani contra o Paraná

Uma vitória inquestionável do Guarani sobre o Paraná Clube por 1 a 0, na tarde deste sábado em Curitiba.

Foi um jogo típico de Campeonato Brasileiro da Série B, de muita pegada, de forte marcação de ambos os lados.

Diferentemente da partida contra o Boa Esporte, desta vez o Bugre foi um time bem compactado na marcação.

Desta vez observou-se recomposição do meia-atacante Claudinho e vitalidade física impressionante do atacante Bryan Samudio, que voltava seguidamente à marcação. Além disso, mais uma vez o meia Bruno Nazário ajudou a cercar espaços no meio de campo.

Assim, com essa malha de marcação e falta de criatividade do Paraná - time que se vale da competitividade -, o Guarani procurou jogar em velocidade nos contra-ataques, principalmente após vantagem no placar através do gol de cabeça de Samudio, que chegou primeiro na bola na disputa com o zagueiro Rayan, sem chance de defesa ao goleiro Richard.

Por sinal, Samudio se redimiu do gol perdido no primeiro tempo, quando o volante Auremir ‘roubou’ a bola pouco além do meio de campo e o serviu. No momento de enfrentar o goleiro, a bola chutada pelo atacante foi para fora.

Quem também teve chance de fazer gol, enfrentando o goleiro adversário, foi o atacante Eliandro, mas a bola foi defendida.

AUREMIR

Além disso, Auremir quase foi premiado com um golaço, não fosse a trave para devolver a bola após finalização.

Portanto, como se vê as chances de gols do Guarani foram mais cristalinas comparada ao Paraná, que teve bola testada na trave do goleiro bugrino Leandro Santos através de Felipe Alves, no segundo tempo, e duas precipitações de Robson e Biteco antes do intervalo.

Se mantiver a voluntariedade o Guarani continuará pontuando. Claro que é preciso haver aprimoramento em finalizações.

  • João da Teixeira
    11/06/2017 09:43

    Se a Ponte não achar o seu futebol hoje, perigo de ficar na alça de mira dos 4 últimos e na próxima rodada já ser convidada para o jantar no inferno. E olha que hoje pegaremos a Ponte do ano passado, vai dar para comparar se evoluímos na mão desses dirigentes interesseiros "cabeça de bagre". Estamos de olho, como diria o Schimidt do Fantástico com os seus cavalinhos...será que o nosso é aquele das 3 fronteiras?

  • Marcelo
    11/06/2017 09:43

    O que não pode acontecer é o Eliandro ficar dando cavadinhas na hora de finalizar...menos.

  • Tito
    11/06/2017 09:42

    Ainda não me inspirou confiança. O Time até foi melhor que contra o Boa, mas para mim o Paraná é mais desarrumado que o Boa taticamente. Então vou continuar esperando para ver no que vai dar do time da A2 na séria B. Vejo a necessidade de alterações na zaga, na lateral direita e no meio campo. O nosso atacante continua jogando sozinho.

  • marcelo
    11/06/2017 09:42

    mais uma vez o morteiro lobato...ops , o joao da teixeira, ocupou todo espaço destinado a coisas do GUARANI, to gostando do guarani.... nao estou vendo ninguem, jogando mais que a gente... se continuar assim....vamos subir bugreeeeeee...rsrsrsrs

  • Profeta da Tribo
    10/06/2017 19:29

    Foi um futebol consistente. Vitória merecida. Nazário no meio e Samudio pela direita deu muito certo, creio que deveríamos continuar assim. Salomão vem crescendo de produção e tornou-se o dono da 6. Nossa dupla de volantes corre muito, marca muito, são guerreiros. Jussani tem bom posicionamento, tira bem algumas bolas, mas é facilmente driblado na velocidade. Eliandro precisa reencontrar o caminho do gol.

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09
JUN
Já passou da hora de Vadão escalar os melhores jogadores no elenco do Guarani

O futebol é um mundo à parte dos negócios. Por mania nem sempre entendida ou para encaminhar sobrevivência no cargo, é regra treinadores destinarem tratamento cauteloso e amistoso à boleirada.

Diferentemente do mundo real em que subalternos respeitam de forma incondicional à hierarquia, sob pena de penalidades por insubordinação, no futebol a liderança do boleiro tem peso, e isso é levado em conta pelos comandantes, em geral.

Treinadores valorizam sobremaneira o tal controle absoluto de vestiário. O medo de perdê-lo faz deles reféns de alguns boleiros, e por isso os mantém na equipe.

Por conhecer essa realidade no futebol, o torcedor bugrino fica a questionar se esse seria um dos motivos para o treinador Oswaldo Alvarez, o Vadão, manter na equipe o fraco Diego Jussani, considerando-se que Ewerton Páscoa já tem condições de jogo.

Sim, pode ser que para Vadão o zagueiro Jussani tem convencido e nós - reles mortais - não estamos vendo isso. Pode ser que o treinador julgue que a liderança de Jussani em campo seja imprescindível à equipe, mas nós não achamos.

Meio tempo do volante Denner contra o Figueirense, no Estádio Brinco de Ouro, foi suficiente para constatação de que está em melhor condição de que o instável Evandro. Por que a troca não é feita?

Por mais que Vadão procure justificar, não convence. É coisa óbvia.

O meia-atacante Claudinho não tem justificado escalação e parece intocável na equipe. Por que isso?

FUMAGALLI

Inexplicável esse tratamento diferenciado dado ao meia Fumagalli de não viajar em jogo fora, como agora diante do Paraná, e depois retornar à equipe, independente da produção de quem o substituir.

Privilégio. Inaceitável o argumento de que, por ser um atleta veterano, tem que ser escalado com cuidado. Tem, sim, é que ficar no banco, visto que desperdiçou a real oportunidade de ter terminado a carreira de atleta no final da temporada passada.

Está claro que o atleta não faz jus à condição de titular, mas a atitude paternalista do treinador implica em favorecimento imerecido.

Por essas e outras que eu aprovava a postura do saudoso Mário Sérgio Pontes de Paiva, enquanto treinador, cuja concepção era mudança entre titulares até mesmo nas vitórias, conforme a circunstância.

Apesar do paternalismo, oxalá Vadão, e por extensão o Guarani, sejam bem-sucedidos diante do Paraná na tarde deste sábado, em Curitiba.

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Jornalista esportivo há 40 anos. Trabalhou, como jornalista, nas emissoras de Rádio Brasil, Educadora, Central, Jequitibá e Capital (São Paulo). Nos jornais: Diário do Povo e Jornal de Domingo, ambos de Campinas, e editor de Economia e Opinião do Jornal Todo Dia, de Americana.

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