09
JUN
Constatação inequívoca: Renato Cajá, um ex-jogador em atividade

Convenhamos que o meia Renato Cajá, que vai completar 34 anos de idade em setembro, é um atleta de sorte.

Aquela vitoriosa passagem pela Ponte Preta entre 2014-15 deu-lhe ampla visibilidade e rendeu-lhe posteriormente contratos salariais compensadores.

Naquela penúltima passagem pela Ponte marcou 13 gols em 43 jogos.

Logo, jorraram na conta bancárias dele ‘petrodólares’ do Sharjah dos Emirados Árabes, entre os anos 2015-16, mas sem a devida compensação de retorno futebolístico: apenas um golzinho em 17 jogos.

Aí, ao reconduzi-lo ao elenco no Brasileirão do ano passado, a Ponte sonhou com aquele requisitado meia lançador, exímio cobrador de faltas e temor a adversários.

O erro foi não avaliar que, na transferência da Ásia ao Bahia, ele foi reserva no time então comandado pelo treinador Guto Ferreira, que o conhece nos mínimos detalhes.

Que decepção a última passagem de Cajá pela Ponte! Em 25 jogos jamais conseguiu entrar em forma, e o reflexo disso foi a marcação de um golzinho apenas e raríssimas assistências.

GOIÁS

Assim, ao se desligar da Ponte em novembro passado, após fatídico jogo contra o Vitória, em Campinas, marcado pelo rebaixamento à Série B, consta no histórico dele paralisação de atividades em clubes até abril passado, quando o Goiás optou por contratá-lo depois de duas derrotas seguidas nesta Série B.

A quantas anda o futebol de Cajá?

Pálida atuação no empate por 1 a 1 diante do Guarani, e relacionado como reserva no confronto contra a Ponte Preta, requisitado para entrar em campo aos 27 minutos do segundo tempo, terça-feira passada, em Campinas.

Aí, a amostragem foi de ex-jogador em atividade. Deu meia dúzia de ‘tapas’ na bola sem qualquer consequência, e cobrou um escanteio na cabeça de jogador pontrepretano.

Isso nos remete ao lógico raciocínio: clubes de futebol não perdem a mania de contratar jogador pelo nome, sem avaliar o real estágio técnico-físico na carreira.

  • João da Teixeira
    09/06/2018 20:18

    A Suiça lascou 2x0 no Japão ontem, mostrando que o mar não está para peixe no grupo brasileiro. Abre o olho Brasil. O estilo do jogo suiço é em cima do jogador Shaqiri, onde as principais jogadas dele são pelas pontas. Canhoto, Shaqiri abre muitos espaços pelo lado direito, mas também tem boa movimentação no meio. Joga pelo lado do nosso lateral esquerdo Marcelo, que gosta de sair no apoio, então, a cobertura por aquele lado tem que estar bem treinada ou vamos se dar mal.

  • João da Teixeira
    09/06/2018 20:18

    Teremos bons jogos para assistir na TV, preparem a pipoca, o quentão e ou um destilado, porque cerveja, só se for na temperatura do gosto alemão, 8ºC. Até o jogo do Brasil contra a Ponte vai ser transmitido pelo SporTV2 às 21h. Se a temperatura está brava por aqui, imagina em Pelotas. Espero que o time Ponte não hiberne durante o jogo. A hibernação é um estado letárgico pelo qual muitos animais homeotérmicos, na grande maioria de pequeno porte, passam durante o inverno.

  • Paulo Sergio 1
    09/06/2018 12:38

    Caro Ari, Cajá é mais um daqueles que sabem tudo de bola mas, só joga ou jogava quando motivado por $$$ seja em bicho por jogo ou por estar prestes a assinar um ótimo contrato, casos por exemplo como Pià e tantos outros desse mundo da bola, triste realidade.

  • Paulo Sergio 2
    09/06/2018 12:37

    Careca quando foi para o S.Paulo passou por uma fase dessa e seu futebol sumiu, então uma dia Cilinho descobriu que tinha empresários fazendo a cabeça dele, chamou ele no vestiário e careca lhe disse " Tô meio confuso com algumas propostas" Cilinho olhou nos olhos dele e respondeu " Jogue o que você sabe e quem colocará valor no seu passe será você e vá para onde for jogue sempre o que você sabe" Careca arrebentou, foi para o Nápoli e o resto todo mundo já sabe.

  • Paulo Sergio 3
    09/06/2018 12:36

    Careca tem Cilinho como um pai até hoje, e sempre honrou as camisas que vestiu.

  • João da Teixeira
    09/06/2018 10:16

    Vamos falar de coisa edificante, mas da mesma forma, triste. Perdemos ontem uma esportista brasileira que o mundo reverenciava, o mundo, porque no Brasil, se perguntarem a 100% da população quem foi Maria Esther Bueno, 99,5% da população brasileira não saberá dizer quem foi. A mais agraciada tenista brasileira nos deixou órfãos em termos de tênis. Seria ela a "mãe" de todos os tenistas brasileiros, sempre dando um "good luck" aos novos tenistas. Com 19 títulos de Grand Slam

  • João da Teixeira
    09/06/2018 10:16

    Com 19 títulos de Grand Slam na carreira e quase 600 troféus conquistados, vai ser difícil de ser batida por um outro tenista tupiniquim. A "bailarina do tênis", como era chamada pelo seu estilo de jogo, era uma "lady" quando comentava sobre tênis nos canais esportivos. Era uma lenda, agora se tornou um mito.

  • João da Teixeira
    09/06/2018 10:16

    Não poderia esquecer de dizer que Maria Bueno até hoje está no Guinness Book, o livros dos recordes, na final do US Open de 1964, contra a norte-americana Carole Graebner, Maria Esther Bueno venceu o jogo em apenas 19 minutos. Outra coisa, Maria Esther Bueno faz parte de um geração vencedora do esporte brasileiro, como Adhemar Ferreira da Silva (salto triplo), Eder Jofre (boxe), o time de basquete brasileiro da década de 60, Biriba no tênis de mesa e o time de futebol 1958/ 62

  • João da Teixeira 1
    09/06/2018 10:13

    O Cajá? Bom, do jeito que a coisa vai indo, logo, logo veremos ele andando de cajado pelos campos. O futebol no Brasil anda como a política, de mal a pior. Ontem a PF descobriu que a filha de Temer mentiu em seu depoimento. Tal pai, tal filha diríamos, mas ele está certa, como vai produzir provas contra ele e o seu famigerado pai? Tentar encobrir e rezar para que não apareça ninguém para contrariar o seu depoimento, essa foi a tática. Com provas e mais provas contundentes, cont

  • João da Teixeira 2
    09/06/2018 10:12

    cont. Com provas e mais provas contundentes, o Planalto, na pessoa do Marun, não teve como sair em defesa do pupilo mór. Sem comentários, ninguém achou ninguém para sair em defesa. O engenheiro Visani matou um monte de "coelhos" de cartola mágica" numa cajadada só, ao declarar que recebeu dinheiro da Argeplan, empresa da família do Coronel "Laranja" Lima. Ontem o Mantega do PT, hoje o Temer do PMDB e amanhã, quem será? Temos condições em votar em alguém nas próximas eleições?

07
JUN
Até quando os baderneiros que ‘ferraram’ a Ponte Preta continuarão impunes?

Louve-se o empenho de dirigentes pontepretanos para que punições impostas por Ministério Público estadual e Federação Paulista de Futebol contra o clube fossem revogadas.

Acabou aquela aflição do pontepretano de não poder acompanhar a sua equipe na condição de visitante.

A Ponte também volta a receber torcedores de adversários no Estádio Moisés Lucarelli, restando, portanto, apenas o último dos seis jogos determinados como portões fechados em jogos dela, em Campinas.

E os baderneiros continuam impunes?
E os baderneiros continuam impunes?
Se o presidente da Ponte, José Armando Abdalla Júnior, prometeu tomar todas as medidas necessárias para coibir a violência, faltou completar que deveria ter ‘dedurado’ às autoridades competentes cada um dos baderneiros que provocaram arruaça naquele fatídico jogo contra o Vitória da Bahia, em novembro do ano passado, que culminou com o rebaixamento da equipe à Série B do Campeonato Brasileiro.

Imagens de torcedores que provocaram rombo no alambrado, para invadir o gramado, são claras. Basta requerê-las em emissoras de televisão locais.

Abdalla fez isso? Se fez, não ficamos sabendo. Se o caso - com as devidas provas - foi levado à autoridade policial para se instaurar inquérito, precisamos saber a quantas anda.

PREJUÍZO

Inaceitável os ‘cara’ invadirem o gramado, provocarem prejuízo ao clube até naquele próprio jogo - visto que havia tempo para reversão do placar adverso -, e ficar tudo por isso mesmo. Continuarem impunes e ‘zanzando’ nas proximidade do estádio.

Aquela invasão desencadeou penalidade de seis jogos sem público no Estádio Moisés Lucarelli, na Série B, refletindo em prejuízo financeiro ao clube, e ao torcedor do bem, impedido de acompanhar a sua equipe.

Punições exemplares aos baderneiros são imprescindíveis, para desencorajar outros aloprados a não terem reações semelhantes, doravante.

  • José Roberto
    08/06/2018 21:48

    O problema é simples. Ficamos parados por duas semanas, e, o time regrediu. Não tem uma jogada ensaiada, pelo menos não vi até o momentoI. infelizmente passou da hora do seu Umberto, sair da mesmice, e dificultar para os outros times, se o Guarani, tiver alguma pretensão. Não concordo com a volta do Lenon, os dois gols do derbi sairam de lançamentos em cima dele.Kevin foi bem, time que ganha não se meche.Insiste com o Erik, é teimoso. Muita media com time A2.Bruno Mendes má fase.

  • João da Teixeira
    08/06/2018 17:54

    Plagiando Shakespeare, "Há mais mistérios entre a Ponte, seus dirigentes e a sua torcida, do que pode imaginar a sua vã filosofia", Ari! O Rodrigo U. tentou elucidar uma outra parte, mas tem tantas partes nessa relação Ponte, dirigentes e torcida, que ficaríamos debatendo por horas aqui, e pior, sem solução por hora. Quando a imprensa fez aquela matéria que a Ponte tinha uma administração de 1º mundo em termos de futebol, deveríamos ter desconfiado, afinal estamos no Brasil!

  • João da Teixeira
    08/06/2018 17:53

    Mantega, o Ex Ministro da Fazenda do Lula, mais um "perseguido político" como falam os petistas, está tentando explicar US$1,3 seu em banco da Suiça. O meliante tenta explicar, mas se o dindin fosse lícito, porque estaria na Suiça? Estamos falando de um ex Ministro da Fazenda, surpreendido com uma conta no exterior, uma pequena fortuna sem declaração para a Receita Federal, cuja economia ele era o responsável. Pode uma coisa dessas? Uma vergonha para qualquer brasileiro digno.

  • João da Teixeira
    08/06/2018 17:52

    Os órgãos que fiscalizam no Brasil só vão atrás de pobres trabalhadores. Temos que cobrar abertura de CPI na Receita Federal e COAF, órgãos omissos em relação a fiscalização referente ao Aumento Patrimonial de Empresas e Políticos, principalmente desses últimos. Al Capone foi preso justamente dessa maneira, não se conseguia pegar as coisas ilícitas, então pegaram o seu crescimento patrimonial estratosférico e puseram atrás das grades. Aqui, não acontece nadica de nada...

  • Profeta da Tribo
    08/06/2018 17:52

    Ari, eu quero ver o Bugre jogar de formas diferentes. Gostaria de ver um esquema com Ramon e Mendes no ataque, com triangulações bem treinadas pelas laterais, com Lenon, Guilherme e Ricardinho de um lado, e Pará, Longuine e Baraka do outro, a fim de chegar à linha de fundo e cruzar para Ramon e Mendes, que possuem boas aptidões de cabeceio e finalização em geral. Seria um esquema diferente. Somos muito previsíveis.

  • Profeta da Tribo
    08/06/2018 17:51

    No Bugre, também sinto falta de uma jogada simples do futebol: utilizar o centro-avante como parede para quem vem de trás. Será que Ramon e Mendes não conseguiriam fazer isso? Acredito que sim, se treinarem. Esse tipo de jogada ajuda muito em jogos difíceis, de muita marcação e poucas opções de passe. É uma forma de verticalizar o jogo, usando a estrutura física do centro-avante.

  • RMaia (1)
    08/06/2018 17:50

    Abdalla não repassou e nem vai repassar nomes pras autoridades, nenhum dirigente fará isto, pois existe um conluio entre dirigentes e "torcidas organizadas". Há situações que o dirigente não quer se expor, então usa as "torcidas organizadas" pra fazerem o serviço sujo de achacar opositores, arbitragem, treinadores, membros de comissão técnica, jogadores, dirigentes da própria diretoria que se insurgem, jogadores em noitadas, etc. Em troca disso recebem ingressos, caravanas e dinheiro.

  • RMaia (2)
    08/06/2018 17:50

    O prejuízo financeiro da Ponte causado pelos baderneiros foi até pequeno se compararmos o prejuízo financeiro causado pelo sr. Carnielli e seus acólitos com o rebaixamento pra Série B. O prejuízo moral então é incalculável para a Ponte. Levará no mínimo 2 anos para subir para a Série A e a partir daí conquistar novamente o direito de disputar um torneio internacional, quanto isso custou de prejuízo financeiro? Alguém já calculou isso???

  • João da Teixeira
    08/06/2018 09:34

    A verdade é que a "teta da vaca" na Ponte é descomunal, mas a quantidade de leite que se ordenha é a mesma das vacas de 4 úberes, portanto o mirrado leite que cada teta pontepretana dá obriga os dirigentes a fazerem a multiplicação do leite e pior, de forma ilícita. O time vem algum tempo sentindo o pouco leite que as tetas vem dando e ninguém tem coragem de falar nada. Na brincadeira que virou a Ponte então, era uma vez uma vaca amarela, quem falar 1º, come toda a bosta dela!

  • Rodrigo U.
    08/06/2018 00:32

    Este ato em si carece tanto de inteligência que pode apenas ter uma explicação, a intenção era aparecer na tv. Qual o sentido dos torcedores invadirem o campo, não fazer nada e depois que foi informado que os jogadores estavam inúmeros meses de salários atrasados e que a culpa do rebaixamento, além de todas as contratações questionáveis, foi toda da diretoria e não haver um único protesto? O prejuízo foi além do financeiro, basta ver os últimos resultados em campo.

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Jornalista esportivo há 40 anos. Trabalhou, como jornalista, nas emissoras de Rádio Brasil, Educadora, Central, Jequitibá e Capital (São Paulo). Nos jornais: Diário do Povo e Jornal de Domingo, ambos de Campinas, e editor de Economia e Opinião do Jornal Todo Dia, de Americana.

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