Cadê Você?

22
ABR
Passagem do treinador José Teixeira pelo Guarani

Saudoso professor José Teixeira foi treinador do Guarani em 1982, em substituição a José Duarte, também falecido.

Saiba um pouco da carreira deste que foi professor de educação física no áudio de Cadê Você.

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28
MAR
Vinte cinco anos sem o goleiro Dimas Monteiro

Nós, historiadores do futebol de Campinas, com a obrigação de preservar a memória dos ídolos do passado, lembramos dos 25 anos sem o goleiro e posteriormente preparador de goleiro Dimas Monteiro.

Dimas morreu em 15 de março de 1996, em Campinas, aos 64 anos de idade.

Embora tivesse raízes no Guarani, foi bem recebido pela Ponte Preta no final dos anos 70 e meados da década de 80, levado pelo então diretor de futebol Pedro Antonio Chaib, o Peri, quando treinou, entre outros, o goleiro Carlos Ganso, transformando-o no melhor do Brasil.

Dimas era persistente para correção de defeitos de goleiros e sabia, como poucos, melhorar a condição técnica deles.

Avesso a goleiros saltadores, ensinava aos discípulos que o segredo para a posição é explosão muscular para goleiro correr na bola, em vez de saltos com possibilidade menor de chegar à bola.

Salto, ensinava, apenas quando o jogador adversário ficava cara a cara, e ainda assim após a finalização.

Ele repreendia goleiros que se jogavam ao solo antes do arremate, pois assim facilitavam as chamadas cavadinhas do finalizador.

COLOCAÇÃO

Também se valia da boa colocação e precisão na saída da meta.

Vindo de Taquaritinga para o Guarani em 1959, de cara Dimas barrou o titular Nicanor e atuou na mais retumbante vitória bugrina em dérbis, no Estádio Brinco de Ouro, no dia seis de junho de 1960, com sabor só comparável ao título nacional.

Naquela tarde, o Guarani aplicou a maior goleada na história dos dérbis campineiros: 6 a 0. E o time foi este: Dimas: Ferrari e Carlão; Walter, Eraldo e Diogo; Dorival, Marin, Cabrita (Paulo Leão), Benê e Osvaldo Ponte Aérea. Técnico: Armando Renganesch.

E no clube só ficou no ostracismo entre 1964-65, devido à fase áurea de seu reserva Sidnei Polly, também falecido.

A rigor, entrou para a história como um dos melhores goleiros do Guarani de todos os tempos.

BETO ZINI

Evidente que nos últimos anos de carreira, no Botafogo de Ribeirão Preto e Bragantino, passou por fase decadente.

Em 1984, enquanto diretor de futebol do Guarani, Beto Zini o contratou, e a recompensa foi o aprimoramento do mediano goleiro Sérgio Neri em confiável.

Assim, embora com atraso, cabe o registro do vigésimo quinto ano da morte de Dimas, que enquanto tinha saúde cumpria a rotina de frequentar característicos pontos centrais de desportistas em Campinas.

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Jornalista esportivo há 40 anos. Trabalhou, como jornalista, nas emissoras de Rádio Brasil, Educadora, Central, Jequitibá e Capital (São Paulo). Nos jornais: Diário do Povo e Jornal de Domingo, ambos de Campinas, e editor de Economia e Opinião do Jornal Todo Dia, de Americana.

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