12
JUN
Tigrão informa que o salário de Paulo Sérgio é de R$ 80 mil

Paulo Sérgio
Paulo Sérgio
Pasmem: o analista Valdemir Gomes, o Tigrão, falou neste sábado, no Canal EOL, que o salário do atacante Paulo Sérgio, da Ponte Preta, gira em torno de R$ 80 mil mensais.

Caso se confirme esse valor, seria uma tremenda irresponsabilidade de quem gerencia o Departamento de Futebol do clube, com conivência do presidente Sebastião Arcanjo, dirigente que referencia os negócios.

Quando Paulo Sérgio ainda era cogitado no bloco de jogadores a serem contratados, eu disse neste espaço, com todas as letras, para que não incorressem no risco de trazê-lo, para posterior arrependimento.

Por que essa posição incisiva, que contrariava a maioria da mídia esportiva de Campinas?

Porque não sou analista de números, que à época indicavam Paulo Sérgio com dez gols pelo CSA no último Campeonato Brasileiro da Série B.

GOLS FÁCEIS

Não consideraram que três daqueles gols foram anotados numa goleada sobre o rebaixado Paraná por 4 a 0, no geral três em cobranças de pênaltis (um deles contra o Paraná), ficando os demais distribuídos em outros jogos.

Como assisti à vários jogos de Paulo Sérgio pelo CSA, a constatação foi de artilheiro dos gols fáceis, não de construção de jogadas.

Logo, não hesitei em contrariar a maioria porque estava convicto de minha análise, apenas agora carimbada por quem passou a observar o atleta a partir da chegada dele na Ponte Preta.

GENTE DA BOLA

Ora, se exerço apenas a função de analistas de futebol, e por prevenção havia feito indicativos sobre o atleta, por que gente do futebol da Ponte Preta, bem remunerada para o exercícios adequado da função, não teve idêntica percepção?

A dedução lógica é que não sou melhor de que ninguém. Eles, sim, são piores de que nós.

De certo, se o atento torcedor pontepretano tivesse a mesma oportunidade de assistir à jogos do CSA, teria a mesma identificação.

LOCATELLI

Quando da contratação do volante Vini Locatelli questionei os reais motivos de a Chapecoense dispor do jogador de seu elenco, visto que nesta temporada integra a Série A do Campeonato Brasileiro.

No pouco que havia observado de Locatelli na Chapecoense, não constatei nada que chamasse atenção, até porque, como reserva, ele entrava no transcorrer de partidas.

Por fim, após longo tempo reconheceram o erro da contratação do zagueiro Luizão e o liberaram ao final do Campeonato Paulista.

A exemplo de Paulo Sérgio, carimbei neste espaço - quando ainda especulavam o interesse pelo atleta - para não incorrerem no erro que seria consumado se o trouxessem.

Pois pagaram pra ver e viram.

Eu tinha visto o futebol de Luizão no São Bento e Santo André, ocasiões em que ambas equipes eram comandadas pelo treinador Paulo Roberto Santos.

Quem analisa minimamente futebol deve avaliar criteriosamente contratações de zagueiros que atuam em equipes retrancadas, como são aquelas de Paulo Roberto Santos.

Quando os zagueiros falham, na maioria das vezes há um companheiro nas proximidades para a devida correção. Aí o erro fica quase imperceptível, diferentemente do estilo em que o zagueiro fica exposto e de mano com atacante adversário. Nestas ocasiões as limitações do atleta ficam evidentes.

E quem teve a curiosidade de ficar atento ao detalhe, jamais se equivocaria no caso específico de Luizão.

FÁBIO MORENO

No processo de montagem e remontagem do elenco pontepretano nas últimas temporadas, o ex-treinador Fábio Moreno teve participação ativa, enquanto coordenador de futebol, e ainda assim foi transferido à função de treinador, fracassou, mas em vez da demissão foi remanejado de volta ao antigo cargo.

Hoje, o que se vê é uma Ponte Preta na base do apadrinhamento e voltada às apostas de jogadores jovens, na expectativa de que haja reviravolta das precárias condições técnicas em que se encontra.

  • João da Teixeira 2
    13/06/2021 10:40

    Ipod? Smartphone? O que são isso, são de comer? Tá na cara que a molecada desde pequeno, praticando mais futebol nos campinhos de terra, vão se darem melhor no futebol do que os nascidos por aqui. Então jornalistas bairristas, mudem para o NE, é o jeito!

  • João da Teixeira 2
    13/06/2021 10:39

    A Ponte só não mergulhou ainda no caldo de enxofre do Z4, porque o Avaí não jogou ainda, está molhando a sola do pé já. Começa flertando com o demônio já nas 1°s rodadas do campeonato. É os homens acham que a torcida é corneteira. Pegou só babá até agora e tem 1 ponto no bornal, é ou não é prá acabar! E aí, vão continuar com cara de paisagem? VSF, vcs me obrigam a ver futebol de outras paragens. Como ver o Sampaio contra a Ponte, jogo que deu azia até em Sonrisal.

  • João da Teixeira
    12/06/2021 21:27

    Primavera de Indaiatuba foi longe demais pelo seu futebol, e chegou na A2 para o ano que vem. Perdeu hoje do Linense por 1x0, deixando que escapasse o troféu de campeão da A3. Também, queria demais por aquilo que apresentou. Os bairristas do sul e sudeste não se conformam de ter 6 times do NE entre os times classificados para as 8°de final da Copa do Brasil, onde vários favoritos ao título ficaram pelo caminho. Como disse, lá a molecada ainda tem a bola como diversão n°1.Ipod?

  • Sempre Bugre
    12/06/2021 19:45

    Este Tigrão, pontepretano declarado, deveria exercer sua profissão com imparcialidade, falou que o Apodi, não faria falta, qdo saiu da ponte.Agora quer queimar alguém que contratou o jogador. Não se contem qdo a ponte perde.Jornalistas de Campinas, são responsáveis sim, pelo estágio atual dos times.Sempre protegendo presidentes e escondendo sem o jornalismo investigativo, os desmandos que ocorriam nos clubes de Campinas. E o torcedor menos informado entra nestas conversinhas.D

11
JUN
Prevaleceu o melhor futebol do Náutico sobre o Guarani

Abaixo, análise da derrota da Ponte Preta para o Sampaio Corrêa por 1 a 0, na noite desta sexta-feira em São Luís, capital do Maranhão.

O bugrino que me dá o prazer da leitura diária no blog

já havia sido informado sobre as dificuldades que seria o jogo desta sexta-feira contra o Náutico, em Campinas.

Logo, não havia motivo para cantar antecipadamente mais uma vitória neste Campeonato Brasileiro, mesmo que reeditasse a bela performance anterior diante do Operário, naquela goleada por 5 a 2.

Pois o Náutico ratificou aquilo que dele se esperava, e com inteira justiça fez por merecer a vitória por 3 a 1 sobre o Guarani.

Que o Náutico viria a Campinas para propor o jogo, não restava qualquer dúvida. Já havia feito isso diante do Vitória, na partida anterior, e contra uma das equipes mais bem condicionadas fisicamente da competição.

OBEDIÊNCIA TÁTICA

Igualmente não foi surpresa essa obediência tática do Náutico de recomposição rápida a cada bola perdida no ataque.

Assim, ficava a impressão de que a equipe se multiplicava em campo na tentativa de desarme, ou de picotar o jogo.

Desta forma, procurava evitar progressão do time bugrino.

Confirmou-se o que se sabia da solidez de sua defesa, com ênfase ao zagueiro Camutanga e fluidez na saída de bola através do lateral-esquerdo Bryan.

Aí o meia Jean Carlos une a boa técnica à função de abnegado na marcação.

Atacantes de beirada como Érick e Vinícius voltam pra marcar e cercar espaços do adversário. Além disso, o primeiro é hábil e o segundo veloz. A eles se junta o oportunismo do centroavante Kieza.

Soma-se a tudo isso um Náutico com cem por cento de aproveitamento na competição, num claro indício de que não há motivo para busca de culpados pela derrota do Guarani.

ACANHADO

Sim, a primeira meia hora de jogo foi de um Guarani acanhado em campo, aceitando a superioridade do adversário e preocupado em se defender, para não sofrer gol.

E durante o primeiro tempo não sofreu susto e ainda foi se soltando, tanto que foi para o intervalo em plano de equilíbrio na partida.

OS GOLS

O Náutico voltou para o segundo tempo com a mesma apetite do início e contou com a individualidade de Érick para a construção da jogada que resultou no primeiro gol.

Ao limpar o lance ele serviu Jean Carlos, que rolou a bola para Vinícius, livre de marcação - devido à descuido do lateral Pablo - para abrir o placar aos cinco minutos.

Aos dez minutos o Guarani empatou em rápida trama pela esquerda, cruzamento de Bidu, bola chegando ao meia Régis livre de marcação, que, ao finalizar, houve desvio do lateral-esquerdo Bryan, antes de entrar.

Cinco minutos depois, após o terceiro escanteio consecutivo e bola mal rebatida por Bidu, Kieza pegou a sobra e colocou o Náutico novamente em vantagem.

PÊNALTI

Sequer havia absorvido o 'golpe', o Guarani foi 'nocauteado quando Érick tentou cruzar e o volante Rodrigo Andrade interceptou a bola com o braço, dentro da área, aos 17 minutos.

O pênalti indiscutível foi marcado e convertido por Érick: 3 a 1 Náutico.

Depois disso foram feitas alterações em ambas equipes, com vantagem do time nordestino que soube segurar a bola e administrar o resultado.

No Guarani, além das mudanças não acrescentarem no rendimento da equipe, o imprudente atacante Júlio César ainda provocou expulsão, ao se insurgir contra a arbitragem, aos 33 minutos.

  • Léo - Pr
    12/06/2021 19:47

    Márcio eu disse isso logo após o jogo contra o Operário,toda vez que tem esses dias sem jogo o time retorna morto esses covarde,com essa defesa que temos esqueça vai brigar contra rebaixamento, como é fácil ganhar desse timinho ridículo e os caras não tem perna chega na cara do gol hora do chute sai um traque, a defesa já sabia são bem pior que Romercio.

  • Amorim
    12/06/2021 15:58

    Na verdade não é somente setoristas que tem o rabo preso , locutores e comentaristas também tem ou não sabem prá que serve uma bola . como pode durante o jogo eles não perceberem que os dois zagueiros do Guarani são péssimos , e o pior quem contratou não viu que os caras não sabem nada de futebol ? e não se iludam com o Náutico daqui a pouco alguns jogadores vão pensar que são MESSI ou CR7 Vão pedir aumento de salário ou fazem corpo mole . o tempo dirá se estou errado.

  • João da Teixeira
    12/06/2021 15:57

    Pois é, Marujo! Nunca calarei qdo vejo coisa errada pela minha ótica. Espero que seja nesse sentido que vc tenha observado, ou seja, de uma expressão coloquial que tem correlação às pessoas que falam demais, que não se permitem calar-se diante de quem não merece a palavra, mas esses que não merecem, tomam conta do time que gosto e torço...então...

  • ANTONIO CARLOS
    12/06/2021 15:56

    Que vergonha! O covarde Gilson Kleyna desaprendeu mesmo. Pode vazar. E esse elenco de empresários, além de frouxo, agora é covarde também. A torcida da Ponte não merecia essa conjunção de pilantragem. Vocês tem sorte que estamos em pandemia! Moleques!

  • Marcio
    12/06/2021 15:56

    Engraçado ! Sempre quando o Guarani tem tempo para treinar taticamente, tecnicamente e fisicamente, sempre PIORA !!! Isso aconteceu antes de um Derbi, onde a AAPP teve jogos seguidos e o Guarani tomou uma trauletada, ano passado depois da interrupção da covid e na volta fez um jogo ridículo contra o lanterna Botafogo no paulista e esse ano a mesma coisa no paulista !!! Alguém pode explicar ? Alô Michel Alves cadê você ?

  • Marcio
    12/06/2021 15:55

    Concordo, quando o João diz que estamos bonzinhos demais com nossos dirigentes, uma paciência sem fim...Estão sossegados sem a torcida fungando no cangote e fazendo MER#@ atrás da outra. O Michel Alves é um vaso de samambaia por exemplo ??? O Guarani ano passado não utilizou o Cavichioli no paulista e deu de mão beijada para o America, que subiu !!! Estamos com dois goleiros que troca 6 por meia dúzia !!!

  • Butiá
    12/06/2021 15:54

    Gostei do Guarani, perdeu em detalhes para o excelente time do Náutico. Um lutará para subir, o outro, para ficar entre o 8 e o 13 lugar. Está bom, o resto é ilusão de uma torcida carente, imatura e arrogante que viu no jogo contra o Operário o passaporte para a Libertadores. Já a Ponte, perdeu para um postulante a série C. Mesmo jogando fora, a derrota da Ponte é pior que a derrota do Guarani.

  • João da Teixeira
    12/06/2021 12:20

    Não generalizei, veja: "...pois a maioria sendo baba ovos desses dirigentes...", não todos, "... Vejo certos cronistas ...", não são todos, mas sabemos quem são eles. O problema é que o nosso futebol de Campinas está definhando e quase todos cronistas esportivos com cara de paisagem. Como o Náutico, um time quase rebaixado no ano passado, vira bicho papão esse ano e praticamente com o mesmo time. Lá tem algum milagroso? Cansei de dar murro em ponta de faca e vcs quietos aí...

  • Eugenio
    12/06/2021 12:19

    Guarani esta como um golfinho, salta, faz umas gracinhas e volta para o fundo, volta para a realidade. Thales, 3 jogos, 3 cartoes amarelos, e nao temos reserva a altura. Pelo menos o J. Cesar parece que perdeu a titularidade, que jogue o Lucao junto com Andrigo e Davo. Tentar agora ir buscar 3 pts em Maceio pois no derbi sabemos que sera no maximo 1 ponto.

  • Paulo Sergio p/ João da teixeira
    12/06/2021 12:18

    Prezado João, conhece aquele ditado "Quem fala demais dá bom dia a cavalo" pois é!!

  • DE ARI PARA JOÃO DA TEIXEIRA (1)
    12/06/2021 11:34

    Prezado João da Teixeira, até entendo a sua bronca, mas evite generalização. Inclua-me fora dessa. Pauto por linha independente, mesmo que isso tenha custado minha 'cabeça'. Por não mascarar informações, enquanto fui setorista do Guarani, perdi emprego em emissora de rádio local, porque determinado dirigente fez pressão de boicote econômico de patrocinadores...

  • DE ARI PARA JOÃO DA TEIXEIRA (2)
    12/06/2021 11:34

    … Fui proibido pela direção da Rádio Central, enquanto repórter da emissora em 1981, de divulgar informação sobre dérbi dos cartolas. Pois ao cumprir o devido compromisso de informar, cortaram a minha cabeça da emissora...

  • DE ARI PARA JOÃO DA TEIXEIRA (3)
    12/06/2021 11:33

    … Não fosse resistência do então editor de esportes do extinto jornal Diário do Povo, Élcio Paiola, eu estaria no olho da rua igualmente pela postura de combatividade aos dirigentes de clubes locais...

  • DE ARI PARA JOÃO DA TEIXEIRA (4)
    12/06/2021 11:31

    … Enquanto analista do Blog do Ari, cumpro regiamente o indesmentível compromisso daquilo que 'é, é; não é, não é. Já avisei aos diretores do portal FI de que a minha liberdade de expressão não tem preço, com a devida responsabilidade. Logo, no meu caso, a porta da rua é a serventia da casa...

  • DE ARI PARA JOÃO DA TEIXEIRA (5)
    12/06/2021 11:25

    5 … Por 'centos' motivos de mostra de minha independência de posição, não visto a carapuça que você genericamente atribui a jornalistas, desconsiderando que radialistas nem sempre têm formação universitária e muitos curiosos sem graduação estão infiltrados na mídia.

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Jornalista esportivo há 40 anos. Trabalhou, como jornalista, nas emissoras de Rádio Brasil, Educadora, Central, Jequitibá e Capital (São Paulo). Nos jornais: Diário do Povo e Jornal de Domingo, ambos de Campinas, e editor de Economia e Opinião do Jornal Todo Dia, de Americana.

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